A cada dia cresce o número de entidades voltadas à defesa das mulheres, seja no tocante à violência, às condições de mercado de trabalho, tráfico, exploração (abuso e violência) e tantas outras.
Ocorre verdadeiramente que a par desta realidade não temos conseguido minimizar o sofrimento das mulheres em situação de risco, bem como estamos longe de estar presentes na vida destas mulheres.
Assim urge que tais entidades consigam deixar o mundo interna corporis e saia a campo com o objetivo precípuo de transformar a vida dessas mulheres em situação de risco, qualificando-as, protegendo e assim ajudar na descoberta de que uma nova realidade é possível.
Naturalmente que todos nós também temos nossa cota de responsabilidade enquanto indivíduos que visam o bem comum na busca de soluções para mitigar o sofrimento das mulheres, bem como ensina las, encoraja las a utilizar os instrumentos disponíveis na defesa da mulher em situação de risco em nosso Estado.
Assim é urgente caminharmos juntas, mulheres, entidades e Poder Público, na construção de uma nova realidade para as mulheres de nosso Estado, propondo e trabalhando em ações efetivas, deixando de lado o apego ao cargo e outras questões menores para colocar em prática todas as ações efetivas possíveis na busca de dias melhores as mulheres em situação de risco e neste contexto por mais ações efetivas já!!!
*Arlete Mesquita é advogada, auditora do Superior Tribunal Desportivo e vice-presidente da Abrat